Regra para alteração de áreas comuns e fachadas

alteração de fachada

Corredores, Hall de entrada, garagens geralmente são espaços que muitas vezes são frios, e que não possuem uma decoração como a que temos dentro de nossos apartamentos. Para muitos moradores esses espaços são a extensão de suas casas e querem deixa-las mais acolhedoras para receber uma visita, dar mais vida, mas se esquecem que esses espaços são do condomínio, e fazem fronteiras com as demais unidades do mesmo.

A ideia pode até ser boa, uma vez que todos devem se sentir bem aonde moram, porém o código civil brasileiro, artigo 1.331, estabelece que todas essas áreas, sendo comum, só podem ser alteradas mediante uma aprovação em assembléia.

E alguns casos é limitado ou vetado em convenção a inclusão de telas, grades em janelas e/ou portas, bem como colocar plantas, roupas e demais objetos na fachada, janela e ou em qualquer parte da unidade que dê visão para fora do mesmo.

Vale ressaltar também que nem só a estética deve ser considerada, a segurança (como obstrução de saídas de emergência, alteração da estrutura do prédio, afixar quadros em paredes), limpeza (vasos necessitam de água periodicamente e podem deixar resíduos pelo corredor e demais áreas), odor (perfumes naturais de plantas ou mesmo artificiais muitas vezes podem provocar alergias).

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Regras de convivência de animais em condomínio

Regras de convivência de animais em condomínio.

Todos nos gostamos de um animal de estimação, seja ele um cachorro, um gato, papagaio ou periquito. Mas isso é uma situação bem complexa, pois não se trata de ter um simples animalzinho em casa, mas sim o relacionamento dentro do condomínio. Pois existem moradores que até gostam, mas não suportam ter um em casa e ai precisam de mais atenção.

Por não se ter uma legislação que permita ou proíba ter um pet no apartamento, sugerimos alguns cuidados para se ter um e ainda ter um bom relacionamento com seus vizinhos:

– Junto com o síndico, tentem incluir na convenção do condomínio regras como: Segurança (todo cachorro que por ventura tenha comportamento agressivo, tenha que usar focinheira em espaços comuns), higiene (limitar local para as necessidades) , etc;

– Ficar atento com locais de de circulação: entrada e saída dentro do prédio;

– Sempre existirá conflitos dentro do condomínio, haja com diplomacia e paciência nessas situações;

– Leve sempre sacos ou jornais para limpar as necessidades, em caso de cachorros;

– Zele pela saúde de seu animal, leve-o periodicamente ao veterinário, com o cartão de vacinação. Mantenha-o sempre limpo e repare o cheio que ele pode exalar, seus vizinhos podem ter alergia ao animal;

– Tome cuidado com o latido do animal, exitem lei do silêncio e se aplica nesse caso;

Procure sempre a boa convivência com seus vizinhos, promova a discussão nas assembleias, e caso tenha alguma dúvida, faça contato:

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Regras sobre deixar crianças sozinhas em áreas comuns do condomínio

Criança área comum condomínio

Morar em condomínio transmite uma sensação de segurança, em especial para os pais, que encontram um bom lugar para que seus filhos brinquem e se relacionem com colegas. A existência do controle da portaria permite maior tranquilidade, o que geralmente não é possível quando a pessoa reside em casas de ruas abertas e sem uma segurança efetiva.

Todavia existem restrições e, muitas vezes, discordâncias quanto à presença dos pequenos em áreas comuns do condomínio sem a presença dos respectivos pais ou responsáveis.

Como todos nós já sabemos, em geral, as crianças querem mesmo é se divertir e, muitas vezes, acabam extrapolando os limites (são apenas crianças). Por isso, o dever de limitar o acesso delas tem que partir de seus pais; caso contrário, vários constrangimentos podem ocorrer entre os moradores.

Os pais devem ter a consciência de que se trata de um espaço onde todos têm os mesmos direitos e os mesmos deveres. Por isso, até mesmo dentro de seus apartamentos, a criança pode incomodar o vizinho em algumas situações de excesso de barulho.

E falando especificamente de áreas comuns do condomínio, a situação torna-se ainda mais delicada, pois em muitos casos encontramos crianças brincando pelos espaços sem a presença de um responsável. O que fazer? Será que existe uma regra única para todos os condomínios?

Não existe uma regra que unifique a resolução deste problema, até porque cada condomínio traz consigo as características daqueles moradores. Mas é certo que todos devem buscar alternativas para que as crianças se divirtam sem a necessidade dos pais para controlá-las a todo tempo.

Veja algumas soluções desenvolvidas por alguns condomínios. Provavelmente você vai encontrar aqui algo que possa aproveitar no local onde você mora. Entenda as necessidades do seu condomínio e não generalize. Cada lugar é caracterizado pelo conceito que as pessoas têm a respeito de barulho e incômodo.

1 – Ampliação da área de lazer e introdução de equipamentos/brinquedos para entreter as crianças.

2 – Utilização do salão de festas durante a semana para o desenvolvimento de atividades infantis, como arte, reciclagem ou oficinas de leitura.

3 – Um dos fatores que geram a maior quantidade dos problemas são as crianças que brincam sem a presença de um adulto, o que pode gerar acidentes em escadas e elevadores. É preciso ter em mente que não é tarefa do síndico cuidar das crianças.

4 – Crianças muito pequenas (menores de cinco anos) não devem, em hipótese alguma, ficar sozinhas, sem a presença de um adulto, tanto em áreas mais calmas como, principalmente, na piscina do prédio.

5 – A busca do diálogo entre os pais é, sem sombra de dúvida, a melhor opção na resolução de certos desencontros. É a partir das reuniões de condomínio que as melhores ideias surgem para a convivência de adultos e crianças dentro dos condomínios.

6 – Contratação – por parte das famílias que têm crianças – de uma pessoa que cuide especificamente delas. Isso geraria menos constrangimentos, pois os pequenos teriam alguém que os protegesse e que limitasse as suas ações em áreas comuns.

Para saber mais sobre regras de crianças em condomínio, faça contato:

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