Regras sobre deixar crianças sozinhas em áreas comuns do condomínio

Criança área comum condomínio

Morar em condomínio transmite uma sensação de segurança, em especial para os pais, que encontram um bom lugar para que seus filhos brinquem e se relacionem com colegas. A existência do controle da portaria permite maior tranquilidade, o que geralmente não é possível quando a pessoa reside em casas de ruas abertas e sem uma segurança efetiva.

Todavia existem restrições e, muitas vezes, discordâncias quanto à presença dos pequenos em áreas comuns do condomínio sem a presença dos respectivos pais ou responsáveis.

Como todos nós já sabemos, em geral, as crianças querem mesmo é se divertir e, muitas vezes, acabam extrapolando os limites (são apenas crianças). Por isso, o dever de limitar o acesso delas tem que partir de seus pais; caso contrário, vários constrangimentos podem ocorrer entre os moradores.

Os pais devem ter a consciência de que se trata de um espaço onde todos têm os mesmos direitos e os mesmos deveres. Por isso, até mesmo dentro de seus apartamentos, a criança pode incomodar o vizinho em algumas situações de excesso de barulho.

E falando especificamente de áreas comuns do condomínio, a situação torna-se ainda mais delicada, pois em muitos casos encontramos crianças brincando pelos espaços sem a presença de um responsável. O que fazer? Será que existe uma regra única para todos os condomínios?

Não existe uma regra que unifique a resolução deste problema, até porque cada condomínio traz consigo as características daqueles moradores. Mas é certo que todos devem buscar alternativas para que as crianças se divirtam sem a necessidade dos pais para controlá-las a todo tempo.

Veja algumas soluções desenvolvidas por alguns condomínios. Provavelmente você vai encontrar aqui algo que possa aproveitar no local onde você mora. Entenda as necessidades do seu condomínio e não generalize. Cada lugar é caracterizado pelo conceito que as pessoas têm a respeito de barulho e incômodo.

1 – Ampliação da área de lazer e introdução de equipamentos/brinquedos para entreter as crianças.

2 – Utilização do salão de festas durante a semana para o desenvolvimento de atividades infantis, como arte, reciclagem ou oficinas de leitura.

3 – Um dos fatores que geram a maior quantidade dos problemas são as crianças que brincam sem a presença de um adulto, o que pode gerar acidentes em escadas e elevadores. É preciso ter em mente que não é tarefa do síndico cuidar das crianças.

4 – Crianças muito pequenas (menores de cinco anos) não devem, em hipótese alguma, ficar sozinhas, sem a presença de um adulto, tanto em áreas mais calmas como, principalmente, na piscina do prédio.

5 – A busca do diálogo entre os pais é, sem sombra de dúvida, a melhor opção na resolução de certos desencontros. É a partir das reuniões de condomínio que as melhores ideias surgem para a convivência de adultos e crianças dentro dos condomínios.

6 – Contratação – por parte das famílias que têm crianças – de uma pessoa que cuide especificamente delas. Isso geraria menos constrangimentos, pois os pequenos teriam alguém que os protegesse e que limitasse as suas ações em áreas comuns.

Para saber mais sobre regras de crianças em condomínio, faça contato:

Gente Administradora
comunicacao@genteadm.com.br
Tel: (31) 3140-1314

http://www.genteadm.com.br